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Daniel
Vargas assume interinamente como Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Assuntos
Estratégicos da Presidência da República Daniel
Barcelos Vargas trabalha desde junho de 2007 na Secretaria de Assuntos Estratégicos,
onde desempenhou os cargos de assessor especial, diretor, Chefe de Gabinete do
Ministro de Estado e Subsecretário de Desenvolvimento Sustentável
Foto: Secretaria de Assuntos
Estratégicos  |
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Roberto Mangabeira Unger e Daniel Vargas |
Unaí, 01 de julho de 2009 - Daniel
Barcelos Vargas assume interinamente como Ministro de Estado Chefe da Secretaria
de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. O ministro Roberto Mangabeira
Unger se reapresentará neste dia 1º de julho na Faculdade de Direito da Universidade
de Havard (Harvard Law School), nos Estados Unidos, onde é professor há quatro
décadas.
Daniel
Vargas era o secretário executivo da Secretaria de Assuntos Estratégicos, e ex-aluno
de Mangabeira Unger em Harvard, onde fez Mestrado A
notícia foi recebida com alegria em Unaí, onde Daniel tem familiares
e muitos amigos. A comunidade unaiense saúda o conterrâneo de infância
e juventude pela bela carreira profissional que vem desenvolvendo, e fica feliz
com o belo exemplo tem dado para a juventude da cidade. Daniel
Barcelos Vargas trabalha desde junho de 2007 na Secretaria de Assuntos Estratégicos,
onde desempenhou os cargos de assessor especial, diretor, Chefe de Gabinete do
Ministro de Estado e Subsecretário de Desenvolvimento Sustentável. Nesta posição,
auxiliou o Ministro de Estado na formulação e coordenação das políticas do PAS
(plano que integra as ações de 13 ministérios e dos 9 estados da Amazônia Legal).
Como Secretário Executivo, passou a coordenar as atividades da pasta em outras
áreas, como os Projetos de Desenvolvimento do Nordeste e do Centro-Oeste. Vargas
foi assessor na Procuradoria Geral da República e no Tribunal Superior do Trabalho.
É doutorando e mestre em direito pela Universidade de Harvard, e mestre e bacharel
em direito pela Universidade de Brasília. Também realizou estudos na Suécia, Israel
e Espanha. Nasceu em Patos de Minas (MG), morou em Unaí (MG) e em Brasília (DF).
De acordo com
a lei de criação, a SAE é chefiada pelo Ministro de Estado Chefe da Secretaria
de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. À pasta, compete assessorar
direta e imediatamente o Presidente da República no planejamento nacional e na
elaboração de subsídios para formulação de políticas públicas de longo prazo voltadas
ao desenvolvimento nacional. O
trabalho da secretaria compreende o planejamento nacional de longo prazo; a discussão
das opções estratégicas do País, considerando a situação presente e as possibilidades
do futuro; a articulação com o governo e a sociedade para formular a estratégia
nacional de desenvolvimento de longo prazo; e a elaboração de subsídios para a
preparação de ações de governo. Mangabeira
Unger Indicado
pelo vice-presidente da República, José Alencar, de quem é correligionário no
PRB, Mangabeira Unger tomou posse em 19 de junho de 2007. Em dois anos de pasta,
o ministro coordenou a elaboração e a negociação com os estados do Plano Amazônia
Sustentável (PAS) e a Estratégia Nacional de Defesa. Mangabeira ainda articulava
projetos regionais para as regiões Nordeste e Centro-Oeste. Para
se reapresentar à universidade norte-americana, é preciso que Mangabeira seja
exonerado. Oficialmente, o ministro deixa o governo porque expira sua licença
como professor e ele perderia o posto de professor titular. Há informação, não
confirmada, de que o ministro pretendia trocar de partido e por isso perderia
apoio do PRB. Nos
dois anos em que comandou a Secretaria de Assuntos Estratégicos, Mangabeira polemizou
com a área ambiental do governo. Primeiro, com a ex-ministra Marina Silva, que
saiu do Ministério do Meio Ambiente por não ter ficado com a coordenação do PAS
(ganha por Mangabeira). O sucessor de Marina, Carlos Minc, também teve divergências
públicas com o ministro em função de críticas ao licenciamento ambiental e ao
andamento do PAS. Mangabeira
fez também críticas à condução do Bolsa Família, pois defendia que o governo deveria
oferecer porta de saída aos beneficiários do programa e focar os estratos mais
próximos de se integrar à classe média. Roberto
Mangabeira Unger é carioca, nascido em 1947 e formado na antiga Faculdade Nacional
de Direito. |